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Dormir, comer, sair, pular corda, caminhar, internet, sedentarismo, amor, romantismo, carinho, paz, fé, confiança, família, amigos, animais, violão, bateria, felicidade, MÚSICA, ROCK, PINK FLOYD, Inglaterra, escola, matemática, biologia, praças, sinceridade, lágrimas, sorrir, cantar, escrever, ler, cair, levantar, aprender... VIVER!

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

The best of the musics...

Uma boa música não é aquela que é a 'música do ano', ou aquela composta pela considerada 'melhor banda do ano'. Não é o que tem os cantores mais bonitos, ou mais coloridos (restart), ou com a voz mais bonita. Não é a com melhor fama, com melhor reconhecimento, a mais conhecida ou aquela que só é famosa por um tempo, e depois, quando você escuta, alguém vem com aquela de 'essa é velha eim...'. Uma música não é boa por estilo musical, se é rock, se é funk, se é sertanejo, ou porque seus amigos gostam, ou escutam. Não é aquela que você aprendeu a gostar por influência de  pais ou amigos. Não é boa somente por causa de instrumentos, ou ritmo. Uma boa música, só é realmente boa quando canta o que você sente, e na letra dela, está escrito o que você gostaria de dizer e não consegue. Aquela que te toca, que te faz bem, viajar, que "compreenda" você, de uma maneira que ninguém compreende. Que seja sua alma e seus sentimentos por escrito. Que você goste de ouvir, independente do que os outros digam, ou pensem. É aquela que você não consegue ouvir apenas uma vez. A que te faz chorar ou sorrir. Que te faz derramar lágrimas ou saltitar, gritar. Gritar de dor ou felicidade. Que te faz lembrar de algo, ou que te faça esquecer algo. Uma boa música, é aquela que não é somente escutada com os ouvidos. Mas sim com o coração.


domingo, 28 de agosto de 2011

Querida infância,

Todo dia era dia de brincadeiras. Na escola, ficava atrás do coleguinha que contava no pique-pega, "guardava caixão", odiava as provas de artes, que tinha que desenhar e pintar tudo, odiava quando a professora fantasiava-nos de índios ou coelhinhos, morria de preguiça de pintar o dever de casa, e ter que cuidar de feijõezinhos, parece que era só o meu que nunca crescia muito, aprendia matemática contando pauzinhos, tinha medo das contas de multiplicar, e ficava um tempão fazendo uma divisão de 4 números, que eram as mais temidas. Em casa não tinham obrigações, não tinham brigas familiares, não podia perder meus desenhos, as trigêmeas, bananas de pijama, dormia na cama dos meus pais quando sentia medo, nas viagens: "mamãe, tá chegando?", "papai, falta muito?", adorava ouvir as histórias de quando minha mãe era jovem, queria ter muitos animais, queria brincar o tempo todo, adorava correr, vestia o que minha mãe gostava, chupava limão com sal, manga verde com sal, brincava na terra, e de casinha, cantava musiquinhas do tipo "polegares, polegares..." e "1,2,3 indiozinhos...", queria ter todos os DVD's da Xuxa, ou de filmes infantis. Não conhecia o mundo lá fora, nem as pessoas lá fora, nem as dificuldades ou as decepções. Por que você não volta, querida infância? Você me faz tanta falta...


Somente por amor...

Amor é quando você sente seu coração bater com apenas um olhar. É quando você sente uma tremedeira com apenas uma palavra. É sentir saudade antes mesmo de partir. É implorar somente para ficar mais um pouco. É chorar de saudade, de vontade, de desejar, de querer, e as vezes apenas de tanto amar. Não é olhar pra dentro de si e dizer: "eu quero alguém que me faça feliz". E sim olhar pra dentro e dizer: "eu quero aquele alguém, pra ser feliz". É sentir, mesmo estando distante. É ser só de alguém, e nunca deixá-lo só. É planejar um só futuro pra duas pessoas. E desejar pra que nesse futuro, elas estejam sempre juntas. É olhar pra todas as barreiras, pra tanta dificuldade, pra tanto problema e ainda querer seguir em frente, ainda achar que vale a pena. Amar é viver. É sorrir. É se sentir amado, completo, feliz. É ter tantos motivos pra chorar, e apenas um pra sorrir. (você). É quando você tem todos os motivos pra desistir de alguém... E não desiste por apenas um.


So much...

Eu te vejo de uma maneira que ninguém mais te vê. Te quero de uma maneira que ninguém mais quer. Penso em você de uma maneira como ninguém mais pensa. Preciso de você de uma maneira como ninguém mais precisa. Eu respiro você. E se eu não tiver você, não tenho mais nada de valioso. E eu sinto sua falta, de uma maneira que ninguém mais sente. Talvez seja por isso que eu te amo tanto assim... De uma maneira que ninguém mais ama...


sexta-feira, 26 de agosto de 2011

My broken heart.

Eu queria esquecer. Eu queria apagar. Eu queria parar de pensar... Parece que toda vez que eu lembro, dói. Toda vez que eu penso, dói. Toda vez que eu imagino, que poderia ter sido melhor, dói. Dói muito. Nunca mais ouvir a sua voz. Nunca mais ver o sol se pôr ao seu lado. Nunca mais imaginar o futuro, rir, discutir, brincar, sorrir com você. Eu disse que ia te esquecer. Mas são tantas as vezes diárias que eu me flagro pensando em você, em tudo que eu queria te dizer... Naquela tarde especial, aquela noite bonita, as estrelas, o sol, o frio e o calor, o sonho e o futuro... E meu maior erro, foi amar demais, querer demais, pedir demais, sonhar demais, planejar demais, me apaixonar demais, me iludir demais, e precisar demais de você. Mais do que o comum. Mas do que o normal. Eu tento fugir, e não consigo. Eu tento escapar, me concentrar em outro mundo, e viajar em outro espaço, fora da minha realidade, fora da sua realidade. Tento me desligar do mundo, e dos meus sentimentos. Mesmo que seja por questão de minutos... Tento e não consigo. O pôr do sol será sempre o mesmo. E a luz da lua refletirá em mim, da mesma maneira. E no frio, a brisa suave e gelada baterá sobre meu corpo e minha face com a mesma intensidade. E as memórias visitarão minha mente, como todos os dias, a cada fração de segundo. Será tudo da mesma maneira, de quando era com você. E agora, eu apenas queria te deletar. Mas eu simplesmente não consigo. Cada música tem um pouco de você. Cada lugar tem uma história com você. E cada perfume suave, só me lembra o seu perfume. E cada sorriso bonito que vejo, me recordo do seu. E também do seu olhar, e dos seus carinhos, dos seus beijos... É quase impossível. O sentimento fica indo e vindo na minha cabeça e no meu coração, junto as lembranças e a dor. E eu apenas me escondo atrás de um falso sorriso, ou atrás de uma felicidade que não existe. Não se você não estiver aqui. Porque incrivelmente, tudo que eu queria ou precisava lembrar, eu esqueço. E tudo que eu queria esquecer, eu não paro de lembrar.





quinta-feira, 25 de agosto de 2011

All you need is love


Não adianta chorar. Não adianta sofrer. Dói, mas não são lágrimas que vão sarar. Machuca, mas não é o desespero que vai tirar isso de dentro. É difícil. Quanto mais você tenta esquecer, mais você se lembra. E você gasta todas as suas forças somente procurando aquela outra força. A força que vai te levantar, a força que vai te animar, força que vai te ajudar, força pra te entender, pra seguir, pra viver. Mas não desista de lutar, não desista de encontrar, e não desista de amar. Lutando você se encontra, encontra forças, encontra alguém melhor, e encontrando, você pode voltar a amar, e é amando que você esquece todas as outras coisas, de todo o resto do mundo. O amor te ajuda, é o maior dos sentimentos. Não tenha medo de amar. Não se preocupe mais. Não chore mais. Afinal... ALL YOU NEED IS LOVE




Him.

Ele tem um lindo sorriso, que esconde tristezas ou felicidades. Ele tem um lindo olhar, penetrante. Ele tem um suave jeito de segurar meu rosto enquanto me olha. Ele tem uma incrível maneira de me fascinar só de passar a mão em meus cabelos. Ele tem um jeito meigo de dizer “eu te amo” em meus ouvidos. Ele tem qualidades que nem ele mesmo sabe que tem. Mal ele sabe o quanto é importante, e o quanto é incrível. Ele tem o dom de me fazer feliz, só de me olhar. E é tudo tão atraente e apaixonante. Ele tem uma forma tão linda de me deitar em seu colo e me acariciar. E ele tem a fórmula que ninguém mais tem. A fórmula de conseguir me arrepiar só de me olhar. Ele tem o poder de fazer meu coração bater mais rápido só de se aproximar. Ás vezes eu me pergunto se ele é um feiticeiro, porque jamais alguém me fez sentir coisa tão inexplicável, e imensa. Ás vezes me pergunto se ele pertence mesmo a esse mundo... Por que parece tão engraçado um ser tão perfeito, ser de um mundo tão hipócrita. Ele tem um jeito lindo, apaixonante, meigo, educado, simples, que consegue me conquistar a cada instante.  E às vezes eu tenho a incrível certeza de que egoísmo certamente não há em seu coração. Ele tem o melhor abraço, o melhor beijo, as melhores carícias, as melhores palavras, o melhor jeito, o melhor aconchego, o melhor colo, o melhor ombro. Ele tem tudo de bom e incrível. Ele tem defeitos apaixonantes, ele tem atitudes românticas. Ele tem o meu coração, e minha vida em suas mãos. Ele tem tudo em mim, desde a primeira vez que me olhou, que me arrepiou, que me deu segurança, que me passou felicidade e me contagiou com seu jeito mágico, especial e ÚNICO. E cada instante, se torna mais feliz, se eu estiver com ele. E o impossível já não existe para nós. 



All the things reminds me you.


Como esquecer, se tudo me lembra você? Como seguir, se você é meu caminho. E como sorrir, se você se tornou meu melhor motivo, minha maior felicidade de todos os dias, a partir do dia em que olhei pra você, e seu olhar me encantou, me apaixonou. E toda música que eu escuto tem um pedaço de você. E para cada lugar que eu olho tem uma lembrança sua. E cada vez que olho no espelho, vejo seu "eu", que ainda reflete em meu "eu". Eu sinto sua falta simplesmente por precisar de você, por querer você, por imaginar você, por tudo lembrar você, e por ainda sentir você.
G.C.P.


Wish you were here

Até quando vou ter que engolir minha voz, pra que ninguém me ouça gritar? Nem me ouça sussurrar? Até quando vou ter que calar meu coração, pra que ele não diga o que realmente quer? Até quando vou ter que segurar as lágrimas pra que ninguém me veja chorar? Até quando vou ter que prender a dor dentro de mim, a dor que corrói, que machuca, só pra que ninguém perceba o que está acontecendo comigo? Até quando vou ter que ouvir pessoas dizendo o que é certo e o que é errado, quando na verdade só eu sei de verdade o que se passa dentro de mim, o que eu preciso, o que eu quero? Até quando as pessoas fingirão que querem me ajudar? Porque na verdade, elas perguntam, mas no fundo, não se preocupam com a resposta. E jamais farão algo pra realmente te ajudar. Eu não sei de onde vem essa dor. Talvez eu não queira admitir... Mas sim, eu sinto a sua falta. Eu queria que você estivesse aqui. Pra curar o medo, pra curar a dor, pra saciar a fome, pra simplesmente transformar uma lágrima de tristeza, em felicidade, um pranto em sorriso. Talvez você não saiba... But I need you.


Guilt, Memories and Pain.

"Perder alguém que você ama". Você já tentou ter que levar nas costas a culpa de ter provocado a própria perda de alguém que ama, e de alguém que é essencial? Pior do que ter que carregar nas costas, é ter que carregar no coração. É ter que sentir isso todos os dias. É ter que olhar para você no espelho, e ver todas as memórias ruíns passando no reflexo dos teus olhos. Memórias que você tenta esquecer, memórias que você tenta apagar, mas que caminharão para sempre com você e ao seu lado, te perturbando, te fazendo sofrer, e fazendo lágrimas rolarem no seu rosto... E elas rolam até chegarem ao chão, onde ficam até secarem, sem deixar marcas. Porque na verdade, as marcas das lágrimas não ficam no chão. Elas ficam no coração. São as feridas ainda mais doloridas que as outras feridas. E parece que quanto mais tentas esquecer, mais elas perturbam, a cada fração de segundo, a cada batida do seu coração. E elas incomodam e perseguem tanto, que até em sonhos elas andam aparecendo, fazendo parte até do teu ser, se tornando um pedaço de ti, um pedaço ruim. Um pedaço que não vai sair. Não por enquanto. E ele permanecerá em você, junto as lembranças, junto as memórias, junto as lágrimas. Junto a dor.


The mirror.

As vezes eu fico parada em frente ao espelho. Conversando com o reflexo, na esperança de que você possa ouvir o que eu digo. Ou na esperança de que um dia poderei dizer diretamente a você, tudo que só o reflexo ouve. Mas a verdade é que ninguém entenderia. Porque ninguém sente o que eu sinto, e ninguém sabe o que eu sei. Você me ouviria se eu te chamasse? Me ouviria se eu pronunciasse seu nome enquanto derramo minhas lágrimas, ou declamo minhas palavras ao espelho, mas que deveriam ser ditas a você? Será que tem um outro lado? Se tiver, eu vou pedir pra que desse outro lado, esteja você, e que você possa me ouvir a cada vez que grito, a cada vez que imploro ao espelho que você esteja ao meu lado, que você possa ouvir cada sussurro, e quem sabe até o som da lágrima pingar ao chão. Eu converso com o espelho, digo tudo que me surge aqui dentro. Eu converso com o espelho e digo tudo que não digo a ninguém. Eu converso com o espelho, e digo tudo que diria a você, se pudesse, ou se não me faltasse coragem. Eu converso com o espelho, e o meu reflexo é você. Ou pelo menos eu finjo que é.


Is secret...


Tem coisas que eu nunca conto pra ninguém. Coisas que eu sinto, coisas que eu quero, coisas que desejo, coisas que penso, coisas que acho que preciso, coisas que eu sei que me fazem bem. E até coisas que eu nunca terei...
E uma dessas coisas que não conto, é a minha mania de ir pro banheiro. Parece engraçado. Mas eu diria que, pra mim, é como se fosse um "refúgio", ou um "esconderijo".
Lá eu imagino coisas, situações, pessoas, imagino frases, lá eu choro, recito poemas, digo frases olhando pro espelho, imaginando que alguém está me ouvindo, imaginando que meu reflexo é outro alguém, aquele alguém.
Já chorei e imaginei uma situação que eu queria que acontecesse. Imaginei minhas falas, repeti algumas em voz alta... Imaginei também como seria, imaginei a reação das pessoas, imaginei o que elas me diriam, imaginei coisas impossíveis, coisas que jamais irão se realizar, porque são meus desejos ocultos, são minhas vontades. Vontades que ninguém nunca vai entender, nunca vai satisfazer. E é por esse motivo, que há coisas que penso, falo, imagino, peço, que faço, que nunca irão sair de lá. Nunca irão sair do banheiro.


It's real

Não é um drama, não é um gosto, não é um capricho, não é uma vontade. É uma dor. E é algo real.


Crescer.

Quando eu era criança, descobri que papai Noel não existia. E achei que aquela seria a maior de todas as decepções que pudera acontecer em minha vida. Eu ralava os joelhos, ou os cotovelos, e achava que aquela era a pior de todas as dores físicas. Eu não ganhava aquela boneca que eu tanto queria, e chorava, e acreditava que aquela era a pior de todas as dores emocionais do mundo.  Eu achava que a pior traição de todas era aquela coleguinha de classe contar pra outra sobre o menininho que eu achava fofinho e supostamente dizia que “gostava”. Eu tinha vergonha de falar de quem eu “gostava”, e achava que aquele era o pior de todos os segredos que eu tinha que guardar pra mim. Eu tirava 7,5 em uma prova valendo 8,0 e achava que era o fim do mundo. Eu me lambuzava toda de lama, fazia bolinhos de terra, e achava que aquela seria a maior felicidade de todas, eu me sentia tão bem.  E achava que a maior emoção da vida era acordar cedinho, deitar no sofá e assistir desenhos. E na escola as professoras tinham uma enorme paciência e um enorme carinho ao nos ensinar o alfabeto. E eu achava que a pior de todas as contas era a de multiplicar, ou a de dividir. Eu tinha uma coleguinha que ficava no recreio comigo e já achava que era a melhor amizade de todas.  E a coisa mais triste do mundo era não ter todas as coisas que eu queria, coisas materiais. Eu achava que o dinheiro vinha fácil, que amizades vinham fáceis, que amores eram pra sempre, que decepções eram facilmente superadas, que traições não te prejudicariam tanto, e que jamais me sentiria realmente triste. Não, eu não era idiota. Eu apenas era criança. E eu era muito feliz porque não conhecia de verdade o mundo, as pessoas, os sofrimentos, as decepções, eu mal sabia sobre a vida. Eu simplesmente queria voltar a acreditar em tudo isso, voltar no tempo. Onde tudo era mais simples e tão mais fácil. Eu queria apenas voltar a ter mais momentos de alegria do que de tristeza. E ter joelhos ou cotovelos ralados no lugar de corações partidos.