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Dormir, comer, sair, pular corda, caminhar, internet, sedentarismo, amor, romantismo, carinho, paz, fé, confiança, família, amigos, animais, violão, bateria, felicidade, MÚSICA, ROCK, PINK FLOYD, Inglaterra, escola, matemática, biologia, praças, sinceridade, lágrimas, sorrir, cantar, escrever, ler, cair, levantar, aprender... VIVER!

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Welcome to the world...

Gente passando fome. Gente morrendo, crianças chorando, gritando. Horas em filas de hospitais, horas à espera de ajuda, horas orando, horas pedindo. Gente traficando droga e gente traficando ódio. Facas, armas de fogo, bombas, mortes. Sentada com as mãos na cabeça, me pergunto que mundo é esse. Se sempre foi assim ou se ainda há de piorar. Bebida, drogas, violência, maldade, crueldade, egoísmo, irresponsabilidade, falta de amor... Falta de Deus?? Me pergunto se a humanidade perdeu os valores ou se nunca teve. Pessoas com amor somente pela própria raça, pelas próprias vontades, pela própria vida. Terroristas, traficantes, assaltantes, governantes... Se o amor e a paz são tão fortes, por que ainda é a raiva e a maldade que reinam? Cidades destruídas, pessoas mortas, pulmões acabados, fígados aos pedaços, esmolas, sem-tetos... Pessoas dormindo, morando na rua, passando fome e dependendo de misérias e doações para comer, pra sobreviver. É isso que nos ensinam? A servir e idolatrar ao dinheiro e as coisas materiais? A negar seus irmãos, negar a Deus? A ser corrupto, a roubar, a matar, a traficar? E sabe qual o pior? NINGUÉM se importa. Fingem que sim, mas não movem um dedo... É tudo varrido pra debaixo do tapete. Hipocrisia. O mundo tá acabando? Besteira! Vamos curtir, vamos comprar, vamos roubar, vamos guerrear... (:

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

The heart...

Uma vez, uma criança quis desenhar o seu coração, ou algo que ao menos parecesse. Com um lápis e um papel, ela fez um pequeno coração, desses que aparecem nos desenhos animados. O desenhou, o cortou e o pintou. Ao terminar ela o olhou... Não havia ficado perfeito, mas estava muito bonito. Logo depois ela o guardou, e disse que aquele pedaço de papel representaria o coração que bate a cada segundo dentro de si. A criança foi crescendo, e se transformando. Conforme o tempo ia passando, ela ia aprendendo as coisas da vida. Ia se magoando, se decepcionando, se apaixonando, o quebrando, o partindo, machucando seu coração. E tudo que acontecia com o coração real, ela fazia com o de papel. Até que após mais uma decepção, se derramando em lágrimas, ela abriu a gaveta para pegar o seu coração de papel, e percebeu que ele já estava todo rasgado, despedaçado, destruído, e quase completamente acabado. Durante dias ela chorou, e acreditou que não teria mais o que fazer pra ajudar seu coração, e que mais uma decepção, e ele chegaria ao fim. Tanto o de papel, quanto o real. Ela já não queria mais decepções, não queria mais dor, não queria mais aquele coração. Ela queria felicidade e alegria. Então fechou os olhos e fez um desejo. Desejou, do fundo daquele machucado e ferido coração que ainda batia dentro do seu peito, ter seu coração antigo de volta. Tanto o real, quanto o de papel. Até que um dia ela encontrou alguém. Alguém que lhe ofereceu amor. Um amor verdadeiro, um amor diferente. E junto com seu amor, lhe ofereceu uma fita e uma cola, pra que pudesse reconstituir novamente seu coração. O real, e o de papel. Não se pode juntar os pedaços partidos de um coração real com apenas uma fita e uma cola. Mas sim com o tempo, e com a ajuda e com o amor de alguém. Ela esperou, acreditou, e com ajuda daquele alguém, ela pode reconstruir seu coração. Tanto o de papel, quanto o real. E enfim o seu antigo desejo foi realizado. Ou quase realizado. Ela não tinha recuperado seu coração antigo. Ela havia construído um novo, com novas esperanças, novas alegrias, e novas chances para o amor, e para a vida. Ela abriu a gaveta, olhou, e seu coração estava ainda mais bonito. Tanto o de papel, quanto o real.


segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Is he...

Caminhando sobre a areia, sobre o sol, e entre a brisa fria e o mar gelado e salgado que batia em meus pés. A cada batida com mais intensidade. De longe o avistei. Tão bonito, tão simples, tão atraente, com um olhar cabisbaixo e desapontado. Aos poucos se aproximara, e roubara minha atenção, e durante aquele tempo meu olhar apenas focava em seu belo rosto, sem disfarces. Passara por mim, sem desviar o olhar do chão. E seguia reto sobre a imensa e deserta praia que momentaneamente habitávamos. O que faria ele aqui?; pensei. E durante horas meus pensamentos estavam dominados por apenas um ser; ele. De noite saí, a passear, a olhar o brilho resplandecente e reluzente da lua e das estrelas, que pareciam ainda mais pequenas, perdidas na imensidão da escuridão do céu. De longe novamente, no mesmo lugar, o avistei, e senti meu coração pulsar mais forte por aquele ser cujo nem o nome eu sabia. Sentada sobre os milhões de grãos de areia, apenas o observando surgir daquele monte de nada e deserto. Repentinamente fechei os olhos, e senti um calor a mais ao meu lado. Quando enfim os abri, pude me deparar com aquele lindo rosto, que agora levava um doce e brilhante sorriso. Ele sentara ao meu lado, durante um tempo o silêncio permaneceu feito nosso companheiro. Felizmente ele logo foi quebrado pelo som de um beijo. Nos deitamos e contamos as estrelas, apontávamos as constelações, e olhávamos aquela bonita noite de verão. Logo adormecemos, abraçados. E ao acordar, percebi a ausência do seu calor. Sim, ele havia partido. Porém um bilhete deixara... "Foi uma noite incrível. Espero que nos encontremos outra vez." Chorei por uns instantes, mas logo sorri. Lembrara de cada momento incrível e inacreditável da noite anterior. Dias e noites se passaram, e eu sempre voltava ao mesmo lugar, na esperança de encontrá-lo novamente. Mas ele havia partido. Partido pra sempre. Durante quase um ano eu o esperara. E nada. Um dia qualquer, eu voltara ao mesmo lugar, mas já não tinha esperanças de reencontrá-lo. Apenas desejava relembrar os momentos. Minha mente já quase não lembrava seu rosto. Meu olfato já não lembrava seu doce perfume. Mas meu coração ainda batia forte ao tentar recordá-lo. Virei meu rosto ao horizonte, até onde minhas vistas alcançavam. Meu coração batia mais forte, meu sorriso abrira, meu corpo tremia e meus olhos avistavam alguém. Era ele...

The love...

Tão correto, tão bonito, tão infinito, tão surpreendente, tão inacreditável, tão frágil e ao mesmo tempo tão forte, tão fulgaz, tão simples e ao mesmo tempo tão complicado, tão duradouro, ou tão rápido, tão bonito, tão feliz e ao mesmo tempo tão triste, tão magnífico, tão incompreendido, tão confortante e as vezes tão aguniante, tão fiel, tão confiável, tão inseguro, tão generoso, tão carinhoso, tão sagaz, tão ciumento, tão paciente, são tantas lágrimas, de sorriso, mas também de tristeza.
Pode trazer felicidade espontânea. Mas se usado ou dito de forma incorreta, ou por falsas pessoas que fingem sentir, ou que nem sentem de verdade, pode trazer tanta tristeza, e tanta dor... Tanta que não há como dizer. Tão sem palavras, tão sem descrições, tão sem formas de explicar ou tentar compreender. Mas ultimamente tão desacreditado. É amor, você é realmente um sentimento incomparável e inexplicável...

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Love or Pain?

            Era tudo muito simples. Sem dor, sem decepções, sem lágrimas, sem corações partidos, sem tristeza, sem preocupações. E de repente ele apareceu. Tão forte que consumia minha alma e minhas vontades. E eu não pensava em mais nada. Não fazia mais nada. E conforme o tempo foi passando, e meu coração batendo, isso foi crescendo. E ele tomou conta da minha vida, das minhas atitudes, do meu ser. E passou a me controlar. Eu sorria por uns instantes, e chorava em outros. Eu o desejava, mas queria que ele fosse embora. Arrancasse raíz por raíz que ele implantou e fez crescer no meu coração. Precisara de meus pensamentos de volta. Da minha vida de volta. Eu apenas queria não ter mais os pensamentos, sentimentos, órgãos e minha vida, todos controlados por ele. Queria que desaparecesse, junto à ele, essa angústia, essa saudade, essa aflição, essa vontade infinita e essa dor. Metade da minha vida fora tomada por preocupações que antes não existiam. Não antes dele aparecer. Surgira de um dia para outro. De uma fase para outra. De um alguém para outro. Surgiu com uma vontade, um desejo. Passo a passo foi virando uma saudade, um querer. Logo se tornara preocupação, obsessão, querer estar perto, e junto. E agora, ele se tornara o maior de todos os sentimentos, o que nunca morre... Se tornara o amor. E eu sei que ele não se vai... Não enquanto existir vida e alma em meu corpo.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Mother,

Eu queria ter sido para você tudo que você queria que eu fosse, ou tudo que você esperava de mim, e esperava para mim. Eu queria fazer tudo que você me pede. Queria ter te ajudado em tudo que você precisava. Queria ser uma filha perfeita. Perfeita pra você! Porque você merece, e você sabe. Você sabe também, que por mais que não pareça, eu sou grata ao que você me deu e ao que você fez por mim, todos estes anos. Sabe mãe... Eu queria que você entendesse tudo que se passa dentro de mim. Quem sabe você até perdoaria tudo que eu fiz para você e todas as vezes que eu te decepcionei. Decepcionei com meu jeito, com meus atos, com minhas palavras, com tudo que fui, tudo que me tornei e tudo que faço. Eu não posso ser o que você quer, e eu tampouco posso cuidar de você da forma que você realmente merece e precisa. Eu queria te levantar todas as vezes que você cai. E te consolar todas as vezes que você chora. Te fazer feliz a cada instante triste. Eu só queria te abraçar todas as vezes que você sente dor, seja ela física ou emocional... Entenda, mãe, que você é absolutamente tudo para mim. Carne da minha carne, sangue do meu sangue... Você faz parte de mim, mais do que você mesma imagina. E é por você, e graças a você que meu coração bate a cada segundo, a cada instante. Eu queria achar uma maneira de explicar como é grande isso que eu sinto. Mas parece que a somatória de todas as galáxias sequer se aproximam da grandeza da significância e importância que você tem para mim. Você é o meu amor, o meu maior orgulho, e eu nunca senti menor vergonha disso. Eu nunca quis causar-lhe dor, ou te fazer derramar lágrimas de tristeza. Eu jamais quis te magoar. Um dia, eu vou retribuir tudo de bom que você já fez por mim, e te provar como eu te amo, e preciso de você. Muito obrigada, mãe.