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segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Is he...

Caminhando sobre a areia, sobre o sol, e entre a brisa fria e o mar gelado e salgado que batia em meus pés. A cada batida com mais intensidade. De longe o avistei. Tão bonito, tão simples, tão atraente, com um olhar cabisbaixo e desapontado. Aos poucos se aproximara, e roubara minha atenção, e durante aquele tempo meu olhar apenas focava em seu belo rosto, sem disfarces. Passara por mim, sem desviar o olhar do chão. E seguia reto sobre a imensa e deserta praia que momentaneamente habitávamos. O que faria ele aqui?; pensei. E durante horas meus pensamentos estavam dominados por apenas um ser; ele. De noite saí, a passear, a olhar o brilho resplandecente e reluzente da lua e das estrelas, que pareciam ainda mais pequenas, perdidas na imensidão da escuridão do céu. De longe novamente, no mesmo lugar, o avistei, e senti meu coração pulsar mais forte por aquele ser cujo nem o nome eu sabia. Sentada sobre os milhões de grãos de areia, apenas o observando surgir daquele monte de nada e deserto. Repentinamente fechei os olhos, e senti um calor a mais ao meu lado. Quando enfim os abri, pude me deparar com aquele lindo rosto, que agora levava um doce e brilhante sorriso. Ele sentara ao meu lado, durante um tempo o silêncio permaneceu feito nosso companheiro. Felizmente ele logo foi quebrado pelo som de um beijo. Nos deitamos e contamos as estrelas, apontávamos as constelações, e olhávamos aquela bonita noite de verão. Logo adormecemos, abraçados. E ao acordar, percebi a ausência do seu calor. Sim, ele havia partido. Porém um bilhete deixara... "Foi uma noite incrível. Espero que nos encontremos outra vez." Chorei por uns instantes, mas logo sorri. Lembrara de cada momento incrível e inacreditável da noite anterior. Dias e noites se passaram, e eu sempre voltava ao mesmo lugar, na esperança de encontrá-lo novamente. Mas ele havia partido. Partido pra sempre. Durante quase um ano eu o esperara. E nada. Um dia qualquer, eu voltara ao mesmo lugar, mas já não tinha esperanças de reencontrá-lo. Apenas desejava relembrar os momentos. Minha mente já quase não lembrava seu rosto. Meu olfato já não lembrava seu doce perfume. Mas meu coração ainda batia forte ao tentar recordá-lo. Virei meu rosto ao horizonte, até onde minhas vistas alcançavam. Meu coração batia mais forte, meu sorriso abrira, meu corpo tremia e meus olhos avistavam alguém. Era ele...

Um comentário:

  1. caramba Aninha vc escreve bem pra caramba ta de parabéns, de seu sempre e eterno amiganjo ( amigo + anjo) rsrs Gabriel Gregory (paralelosdamente.blogspot.com)

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